PR1MEIRO IMPACTO

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quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Comércio deve abrir quase 100 mil vagas temporárias para o fim do ano em todo o país

 

Foto: ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Quase 100 mil vagas temporárias serão abertas no comércio de todo país para o fim do ano. Além da expectativa de movimento maior na Black Friday e no Natal, a Copa do Mundo também deve alavancar as vendas.

“O temporário aparece na principal época do ano, que é novembro e dezembro, e a chance dele se destacar e ficar é maior. Se no momento mais difícil ela se destacou, então é sinal que eu posso ficar com ela no resto do ano”, diz o comerciante Lauro Pimenta.

No estado de São Paulo, os dirigentes lojistas estimam a abertura de 37 mil novas vagas temporárias, uma queda de 12% em comparação com o ano passado, que teve 42 mil vagas.

A pesquisa  ainda mostra que 87% das empresas não demitiram funcionários nos últimos meses, mas também não contrataram, e que comerciantes aguardam uma decisão nas urnas antes de se arriscarem a expandir.

“Nós temos uma expectativa ainda de não conhecimento das políticas econômicas dos candidatos. Temos uma certa incerteza, mas também temos um outro cenário que você deve levar em conta, é que muitas empresas não estão contratando apenas pra vagas temporárias, e sim vagas efetivas”, diz Maurício Stainoff, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo.

A previsão é de que sete em cada 10 vagas terão prazo determinado de até três meses, e 16% devem de fato se converter em efetivação, com salário de pouco mais de R $1.600. Vendedor (29%), ajudante (24%), e balconista (16%) estão entre as principais funções temporárias.

Cícera Pavão, que estava sem emprego há 15 dias, conseguiu trabalho em uma loja no centro de São Paulo, e agora está em fase de experiência: “você tem que mostrar agilidade, atender bem ao cliente, sempre estar tratando bem o cliente, com simpatia. Essa vaga eu não deixo escapar, porque é muito bom estar trabalhando aqui”.

SBT News

TRE proíbe uso da UFRN para propaganda eleitoral

 

Foto: Reprodução

Partidos e parlamentares que usaram as dependências de instituições públicas para a realização de propaganda político-eleitoral deverão responder junto à Justiça Eleitoral, conforme denúncias que estão sendo encaminhadas, por exemplo, ao aplicativo Pardal.

Exemplos são as quatro notificações que o juiz responsável pelo poder de polícia da propaganda eleitoral, Cleanto Fortunato da Silva, inicialmente ao reitor José Daniel Diniz Melo, que no dia 20 foi orientado sobre a vedação de veiculação de propaganda de qualquer natureza em bens públicos, como a Universidade Federal do Rio Grande do Norte e, ontem, foi a vez das notificações direcionadas ao Partido Liberal (PL), à deputada federal Natália Bonavides e à deputada estadual Isolda Dantas, ambas do PT.

Acerca do “Lula Day” ocorrido na quinta-feira (20), a Assessoria de Comunicação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) informou que a denúncia foi recebida quando o evento já estava sendo realizado.

Em relação a dois eventos ocorridos na tarde de ontem, houve notificação também para os atos pró-Lula e pró-Bolsonaro anunciados para ocorrer dentro da UFRN.

Ainda assim, os dois eventos terminaram ocorrendo da Universidade. Nos dois casos, segundo a Assessoria do TRE, o cartório da 3ª Zona Eleitoral encaminhará cópias das denúncias e dos termos de constatação para o Ministério Público Eleitoral para fins de representação.

O juiz da 3ª ZE, Cleanto Fortunato, informava na notificação enviada ao reitor José D. Melo, que “não pretendia exercer qualquer tipo de censura prévia sobre a livre manifestação do pensamento ou sobre o debate próprio dentro do ambiente universitário”, mas apenas advertir quanto aos excessos da propaganda, “posto que o poder de polícia se restringe às providências necessárias para inibir as práticas ilegais”.

O aplicativo Partido havia recebido 581 denúncias até ontem, a maioria delas em Natal (262,), seguida de Mossoró (88) e Parnamirim (38).

Tribuna do Norte

SAIBA MAIS: TRE notifica UFRN, PL e deputadas do PT para não realizarem eventos eleitorais no Campus

Susana Naspolini, repórter da Globo, morre de câncer aos 49 anos

 

Foto: Reprodução/Instagram

A repórter da Globo Susana Naspolini morreu nesta terça-feira (26) de câncer, aos 49 anos. A informação foi confirmada pela filha dela, Julia, de 16 anos.

“Oi, amigos, Julia aqui. É com o coração doendo que venho contar pra vocês que a mamãe não está mais com a gente. Ela lutou muito, nossa guerreira! Agradeço muito pelas orações, muito mesmo, muito obrigada, mas infelizmente não deu”, escreveu a jovem no perfil da mãe.

Susana estava internada há mais de uma semana em São Paulo. A jornalista foi diagnosticada com um câncer em fase de metástase no osso da bacia. Em setembro, ela passou oito dias internada no Rio de Janeiro em virtude de uma infecção e imunidade baixa.

Semana passada, Julia postou um vídeo também no perfil da mãe explicando a situação, que era considerada gravíssima pelos médicos.

Splash – UOL

STF nega pedido da PGR e mantém resolução do TSE sobre fake news

 

Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

Por 9 a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (25) manter decisão do ministro Edson Fachin, que rejeitou o pedido do Ministério Público para suspender trechos da resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que busca agilizar a retirada de conteúdo com desinformação das redes sociais no período eleitoral.

A resolução foi aprovada na sessão do TSE de quinta-feira (20). Entre outros pontos, prevê que o tribunal pode determinar que redes sociais e campanhas retirem do ar links com fake news em até duas horas.

No sábado (22), o ministro Edson Fachin rejeitou o pedido da PGR para suspender trechos da resolução, porque não havia os requisitos necessários para a concessão de uma decisão liminar (provisória), além da “necessidade imperiosa de se garantir a segurança jurídica quanto ao regramento incidente sobre as eleições”.

A PGR pediu que Fachin revisse sua decisão ou que o pedido fosse levado ao colegiado do STF, em sessão virtual. Na decisão, o relator já tinha liberado o tema para julgamento no plenário virtual.

g1

Suprema Corte americana manda estado de NY recontratar funcionários não vacinados demitidos

 

Foto: Divulgação/Wikimedia Commons

O juiz da Suprema Corte de Nova York, Ralph Porzio, determinou na segunda-feira (24.out.2022) que a cidade de Nova York deve recontratar os funcionários públicos demitidos por não terem se vacinado contra a covid-19. A decisão não é definitiva e a prefeitura ainda pode recorrer.

Segundo o magistrado, a obrigatoriedade da vacinação é “arbitrária” e viola os direitos individuais. A ordem também estabelece o pagamento de salários correspondente ao tempo de afastamento.

As demissões se deram depois que Nova York anunciou no ano passado que a vacinação seria obrigatória para profissionais da saúde. Em 20 de outubro de 2021, a rede Northwell Health, considerada a maior prestadora de serviços de saúde de Nova York, demitiu 1.400 funcionários não vacinados.

Segundo o juiz, a vacina contra o coronavírus “não impede que um indivíduo contraia ou transmita” a doença. Porzio disse ainda que os funcionários não deveriam ter sido demitidos “por optarem por não se proteger”.

“Casos de ruptura ocorrem, mesmo para quem foi vacinado contra a covid-19. O presidente Joe Biden disse que a pandemia acabou. O estado de Nova York encerrou o estado de emergência de covid-19 há mais de 1 mês”, escreveu.

Poder360

Com déficit de 3,8 mil agentes, policiais cobram reposição de vagas

 

Foto: Magnus Nascimento

Com um déficit de 3,8 mil servidores na Polícia Civil, as entidades de representação da categoria apontam a necessidade de aumento do efetivo, com a convocação dos classificados no último concurso. Segundo o Sindicato dos Policiais Civis, o Estado teria como repor mais 115 vagas de agentes, escrivães e delegados, deixadas por aposentadorias, exonerações e falecimentos, além das 360 nomeações efetivadas na semana passada. A comissão de classificados do certame diz que há espaço para reposição imediata dos postos, mas “falta de vontade política”. Com 1.251 agentes, RN tem hoje menos policiais do que em 2016, quando o baixo efetivo de 1.352 agentes motivou a abertura do concurso, segundo levantamento.

“O Tribunal de Contas e o Ministério Público autorizaram o governo a repor as aposentadorias e as mortes desde 2016, que poderiam ter sido repostos de forma imediata pelo governo, mas o governo não quis, preferiu fazer uma turma menor de 400 e só formou 360. Se o governo quiser tem vaga de reposição imediata, não precisa nem fazer acordo. É isso que estamos cobrando”, diz Adson Felipe Rocha, membro da comissão dos classificados. A TN tentou ouvir o Governo do Estado sobre a possibilidade de novas convocações, mas não obteve retorno.

Entidades representativas dos policiais civis ressaltam que o processo em curso, que deve empossar 360 agentes até novembro, somente repõe parte das vagas abertas pelos policiais que se aposentaram e não representa incremento real do efetivo. Com os novos convocados, o efetivo deve chegar próximo a 1,5 mil agentes, mas o organograma da instituição prevê 5.150 profissionais, portanto o déficit deve permanecer na casa dos 70%. Atualmente, sem os novos nomes, o déficit da corporação é de 75,8%. O Estado ainda terá mais 154 vacâncias, de policiais civis aptos a pedir aposentadoria.

Edilza Faustino, presidente do Sinpol, diz que a corporação trabalha hoje com cerca de 25% do efetivo previsto em lei. “Os novos 360 são importantes, mas não suprem a necessidade. Além de ser vaga para reposição, ainda não repõe todas as vagas. Ainda foram criadas 20 novas delegacias, sendo sete de defesa da mulher. Temos um déficit gigante de efetivo e se faz um concurso só para repor vagas e ainda cria novas delegacias. Mais delegacias demandam mais pessoal. Não estou dizendo que as delegacias não são importantes, pelo contrário, mas é preciso aumento de efetivo”, detalha.

De acordo com a comissão do concurso, outros 1.569 classificados, entre agentes, delegados e escrivães, aguardam convocação, o que ainda não tem data para acontecer. Todos já foram aprovados em todas as etapas anteriores ao Curso de Formação (CF). Para a primeira turma do CF foram chamados 400 classificados, sendo 300 agentes, 50 escrivães e 50 delegados. “A gente está pedindo novas turmas. Estamos cobrando uma segunda e uma terceira turma”, complementa.

Tribuna do Norte

Lula 53% X 47% Bolsonaro, diz PoderData

 

Foto: Assessoria PT/Cleber Caetano/Palácio do Planalto

Pesquisa PoderData sobre a disputa para presidente mostra cenário de estabilidade ainda favorável ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registra 53% dos votos válidos. O presidente Jair Bolsonaro (PL) teve 47%. O estudo foi realizado de 23 a 25 de outubro de 2022, com 5.000 entrevistas e margem de erro de 1,5 ponto percentual, para mais ou para menos.

Há uma semana, Lula tinha 52% contra 48% de Bolsonaro quando se consideram só os votos válidos – desprezando brancos e nulos. A distância entre os finalistas foi de 4 para 6 pontos em uma semana.

“Ainda vejo um cenário de estabilidade. As variações foram dentro da margem de erro. Pode ser um efeito direto do episódio envolvendo Roberto Jefferson, muito explorado pela oposição ao presidente e com grande exposição na internet e na mídia tradicional, sobretudo na 2ª feira, bem no meio da realização da pesquisa. Não se pode dizer isso de maneira definitiva, mas foi o único fato com potencial para ter impacto nos resultados”, diz o cientista político Rodolfo Costa Pinto, 31 anos, coordenador do PoderData.

Poder360