PR1MEIRO IMPACTO

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OUÇA RÁDIO MAROCA

quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Algoritmo compara áudio em tempo real com material veiculado nas rádios, explica auditoria em relatório entregue ao TSE

 


Imagem: reprodução

A auditoria anexada ao pedido de processo administrativo da coordenação da campanha de Jair Bolsonaro, para apurar as 154 mil inserções de rádio a menos que a do ex-presidente Lula, detalha a metodologia utilizada pela empresa Audiency. O documento foi entregue em menos de 24 horas, prazo estipulado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes.

O documento assinado por Anacleto Angelo Ortigara, Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina, afirma que “que há fidedignidade dos dados citados, bem como que, todas as formas de operações da empresa Audiency Brasil Tecnologia Ltda, podem ser demonstradas a qualquer tempo às autoridades competentes.

Entenda como funciona a auditoria

De acordo com a descrição da metodologia, a Audiency cria um algoritmo/código que captura o áudio emitido em tempo real pelo streaming público das emissoras, transformando-o em dados binários. Esses arquivos binários  são processados e  comparados com áudios cadastrados no banco de dados da plataforma por espelhamento. A armazenagem em banco de dados, com guarda dos dados pós-processados possibilitam, inclusive, buscas retroativas.

A esse processo de acompanhamento chamamos de checking de mídia ou auditagem de campanha e é ele que nos assegura o controle das veiculações da campanha, verificando o número de publicações ocorridas“, explica Anacleto em documento anexado à petição inicial. “Para que se realize esse acompanhamento, é fundamental termos dados que balizem as análises, e esses dados, quando devidamente tratados, abastecem um completo banco de dados com informações estratégicas importantíssimas, que permitem ao anunciante e sua agência avaliar a qualidade e eficácia de sua campanha publicitária, e o retorno do investimento realizado.”

A Audiency se colocou à disposição para fazer uma demonstração do sistema  – em tempo real e off line- , submetendo-se a responder todas as questões de natureza técnica ao TSE tendo disponibilizado, inclusive, o acesso com login e senha a técnicos e/ou profissionais designados pela corte eleitoral, para a efetivação de testes.

A defesa da campanha de Jair Bolsonaro apresentou, ainda, dez pastas de arquivos de mídia disponibilizadas num drive com gravações da programação das rádios Extremo Sul, Povo, Clube, Viva Voz, 89 FM, Bispa FM, Hits FM e Integração comprovando a não veiculação do número correto de inserções da campanha do atual presidente.

Segue link de acesso público da plataforma google drive, por meio do qual o digno Relator, sua assessoria ou o corpo técnico do Tribunal, poderão ter amplo e irrestrito acesso a todos os dados referentes à veiculação de inserções de rádio, que balizaram o estudo técnico apresentado, incluídos aqueles expressamente referidos na decisão ora em exame”, diz trecho da petição referindo-se às mídias.

Com informações de O Antagonista

Comércio deve abrir quase 100 mil vagas temporárias para o fim do ano em todo o país

 

Foto: ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Quase 100 mil vagas temporárias serão abertas no comércio de todo país para o fim do ano. Além da expectativa de movimento maior na Black Friday e no Natal, a Copa do Mundo também deve alavancar as vendas.

“O temporário aparece na principal época do ano, que é novembro e dezembro, e a chance dele se destacar e ficar é maior. Se no momento mais difícil ela se destacou, então é sinal que eu posso ficar com ela no resto do ano”, diz o comerciante Lauro Pimenta.

No estado de São Paulo, os dirigentes lojistas estimam a abertura de 37 mil novas vagas temporárias, uma queda de 12% em comparação com o ano passado, que teve 42 mil vagas.

A pesquisa  ainda mostra que 87% das empresas não demitiram funcionários nos últimos meses, mas também não contrataram, e que comerciantes aguardam uma decisão nas urnas antes de se arriscarem a expandir.

“Nós temos uma expectativa ainda de não conhecimento das políticas econômicas dos candidatos. Temos uma certa incerteza, mas também temos um outro cenário que você deve levar em conta, é que muitas empresas não estão contratando apenas pra vagas temporárias, e sim vagas efetivas”, diz Maurício Stainoff, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo.

A previsão é de que sete em cada 10 vagas terão prazo determinado de até três meses, e 16% devem de fato se converter em efetivação, com salário de pouco mais de R $1.600. Vendedor (29%), ajudante (24%), e balconista (16%) estão entre as principais funções temporárias.

Cícera Pavão, que estava sem emprego há 15 dias, conseguiu trabalho em uma loja no centro de São Paulo, e agora está em fase de experiência: “você tem que mostrar agilidade, atender bem ao cliente, sempre estar tratando bem o cliente, com simpatia. Essa vaga eu não deixo escapar, porque é muito bom estar trabalhando aqui”.

SBT News

TRE proíbe uso da UFRN para propaganda eleitoral

 

Foto: Reprodução

Partidos e parlamentares que usaram as dependências de instituições públicas para a realização de propaganda político-eleitoral deverão responder junto à Justiça Eleitoral, conforme denúncias que estão sendo encaminhadas, por exemplo, ao aplicativo Pardal.

Exemplos são as quatro notificações que o juiz responsável pelo poder de polícia da propaganda eleitoral, Cleanto Fortunato da Silva, inicialmente ao reitor José Daniel Diniz Melo, que no dia 20 foi orientado sobre a vedação de veiculação de propaganda de qualquer natureza em bens públicos, como a Universidade Federal do Rio Grande do Norte e, ontem, foi a vez das notificações direcionadas ao Partido Liberal (PL), à deputada federal Natália Bonavides e à deputada estadual Isolda Dantas, ambas do PT.

Acerca do “Lula Day” ocorrido na quinta-feira (20), a Assessoria de Comunicação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) informou que a denúncia foi recebida quando o evento já estava sendo realizado.

Em relação a dois eventos ocorridos na tarde de ontem, houve notificação também para os atos pró-Lula e pró-Bolsonaro anunciados para ocorrer dentro da UFRN.

Ainda assim, os dois eventos terminaram ocorrendo da Universidade. Nos dois casos, segundo a Assessoria do TRE, o cartório da 3ª Zona Eleitoral encaminhará cópias das denúncias e dos termos de constatação para o Ministério Público Eleitoral para fins de representação.

O juiz da 3ª ZE, Cleanto Fortunato, informava na notificação enviada ao reitor José D. Melo, que “não pretendia exercer qualquer tipo de censura prévia sobre a livre manifestação do pensamento ou sobre o debate próprio dentro do ambiente universitário”, mas apenas advertir quanto aos excessos da propaganda, “posto que o poder de polícia se restringe às providências necessárias para inibir as práticas ilegais”.

O aplicativo Partido havia recebido 581 denúncias até ontem, a maioria delas em Natal (262,), seguida de Mossoró (88) e Parnamirim (38).

Tribuna do Norte

SAIBA MAIS: TRE notifica UFRN, PL e deputadas do PT para não realizarem eventos eleitorais no Campus

Susana Naspolini, repórter da Globo, morre de câncer aos 49 anos

 

Foto: Reprodução/Instagram

A repórter da Globo Susana Naspolini morreu nesta terça-feira (26) de câncer, aos 49 anos. A informação foi confirmada pela filha dela, Julia, de 16 anos.

“Oi, amigos, Julia aqui. É com o coração doendo que venho contar pra vocês que a mamãe não está mais com a gente. Ela lutou muito, nossa guerreira! Agradeço muito pelas orações, muito mesmo, muito obrigada, mas infelizmente não deu”, escreveu a jovem no perfil da mãe.

Susana estava internada há mais de uma semana em São Paulo. A jornalista foi diagnosticada com um câncer em fase de metástase no osso da bacia. Em setembro, ela passou oito dias internada no Rio de Janeiro em virtude de uma infecção e imunidade baixa.

Semana passada, Julia postou um vídeo também no perfil da mãe explicando a situação, que era considerada gravíssima pelos médicos.

Splash – UOL

STF nega pedido da PGR e mantém resolução do TSE sobre fake news

 

Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

Por 9 a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (25) manter decisão do ministro Edson Fachin, que rejeitou o pedido do Ministério Público para suspender trechos da resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que busca agilizar a retirada de conteúdo com desinformação das redes sociais no período eleitoral.

A resolução foi aprovada na sessão do TSE de quinta-feira (20). Entre outros pontos, prevê que o tribunal pode determinar que redes sociais e campanhas retirem do ar links com fake news em até duas horas.

No sábado (22), o ministro Edson Fachin rejeitou o pedido da PGR para suspender trechos da resolução, porque não havia os requisitos necessários para a concessão de uma decisão liminar (provisória), além da “necessidade imperiosa de se garantir a segurança jurídica quanto ao regramento incidente sobre as eleições”.

A PGR pediu que Fachin revisse sua decisão ou que o pedido fosse levado ao colegiado do STF, em sessão virtual. Na decisão, o relator já tinha liberado o tema para julgamento no plenário virtual.

g1